Publicado por: sdaviseu | 8 de Abril de 2013

Bragança-Miranda: Diocese vai abrir infraestrutura de «acolhimento, assistência e formação» de sacerdotes

Novo espaço prevê «atenção especial» aos membros do clero «sem retaguarda familiar» e aos que estão em fase de estudo nas universidades

O clero da Diocese de Bragança-Miranda vai passar a contar com um novo espaço de “acolhimento, assistência e formação”, com a construção de uma casa sacerdotal no Seminário de São José, no centro da cidade bragantina.

Em entrevista concedida à Agência ECCLESIA, o vigário-geral diocesano explica que o projeto, logo que esteja “devidamente aprovado e licenciado”, permitirá dar “uma atenção especial” aos padres “que ainda têm autonomia” mas que estão mais desacompanhados.

“Temos um clero bastante envelhecido, há sacerdotes já jubilados, que não têm uma retaguarda familiar, que precisam de um espaço adequado, e esses serão privilegiados no acolhimento”, salienta o cónego Adelino Paes.

Orçada em “mais de um milhão de euros”, a nova infraestrutura vai funcionar numa das alas do Seminário de São José e será suportada pelo Instituto Diocesano do Clero (IDC), criado por D. José Cordeiro há cerca de um ano.

Além da parte dedicada ao acolhimento e alojamento, a obra contemplará também valências especialmente vocacionadas para a formação dos padres, como “uma biblioteca, um auditório para atividades pastorais e um pequeno museu”.

“A Diocese quer ajudar também os sacerdotes que já fazem parte do presbitério mas que estão em fase de formação e estudo, em várias universidades”, sustenta o vigário-geral de Bragança-Miranda.

Quanto aos padres mais velhos que estão em situação de dependência e não podem desempenhar qualquer serviço pastoral, já existem na região “outras instituições que prestam esse serviço, como a Fundação Betânia, que acolhe sacerdotes que precisam de cuidados mais intensos”.

O cónego Adelino Paes espera que o projeto da nova casa sacerdotal “singre” e venha a ser uma realidade o mais rapidamente possível, através do apoio monetário dos sócios do IDC (ou seja, de todos os sacerdotes) e também da rentabilização de “alguns equipamentos da Diocese”.

Para já, uma das possíveis fontes de receita poderá ser “a venda ou aluguer do Seminário Menor dos Vinhais, que está inativo mas que continua a ser um bom edifício para aproveitar”, adianta o sacerdote.

JCP | in agência ecclesia

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