Publicado por: sdaviseu | 29 de Abril de 2013

Portugal: Comenda da Ordem Militar de Cristo para monsenhor português que chefia o protocolo no Vaticano

O Presidente da República Portuguesa condecorou, hoje, monsenhor José Avelino Bettencourt.

O presidente da República Portuguesa condecorou, esta segunda-feira, o chefe de protocolo da Secretaria de Estado do Vaticano, monsenhor José Avelino Bettencourt, com a comenda da Ordem Militar de Cristo.

No discurso de homenagem, Aníbal Cavaco Silva referiu que numa “Santa Sé milenar, o chefe de protocolo assume uma grande responsabilidade” visto que o protocolo “é um instrumento da maior importância na política externa e na diplomacia” e “dá solenidade aos diferentes atos”

O condecorado, monsenhor José Avelino Bettencourt, sublinhou que ficou “sensibilizado” e “honrado” com a decisão de lhe conferirem o grau de comendador da Ordem Militar de Cristo.

Na sessão, monsenhor José Bettencourt realça que a comenda que lhe foi conferida exprime “a alma da nação portuguesa”.

O sacerdote luso-canadiano foi nomeado por Bento XVI como novo chefe de protocolo da Secretaria de Estado do Vaticano, cargo ligado às relações com o corpo diplomático, em novembro de 2012.

O diplomata de carreira da Santa Sé, com o título de conselheiro de Nunciatura (equivalente a conselheiro de Embaixada), é natural dos Açores, tendo acompanhado a sua família que emigrou para o Canadá, onde foi ordenado padre em 1993, fazendo parte do presbitério de Ottawa.

A epopeia lusitana “continua a ser todos os dias escrita, tanto pelos portugueses que vivem em Portugal como também pelos lusodescendentes que vivem na diáspora”, disse o condecorado.

Ao fazer referência às diferenças no protocolo, entre Bento XVI e o Papa Francisco, monsenhor José Avelino Bettencourt adiantou aos jornalistas que o atual Papa não lhe dá “dores de cabeça” no exercício das suas funções protocolares.

O presidente da República Portuguesa realçou aos presentes que o chefe de protocolo da Secretaria de Estado do Vaticano teve o “privilégio” de servir dois Papas, “deve ser um caso único”.

Num período “muito curto”, o Papa Francisco trouxe “uma simplicidade refrescante”, adiantou Aníbal Cavaco e acrescentou: “Um Papa como este, traz novos desafios a um chefe de protocolo”.

O sacerdote frequentou a Academia Eclesiástica em Roma e formou-se em Direito Canónico antes de entrar no serviço diplomático da Santa Sé em 1999.

Depois de ter trabalhado na representação diplomática da Santa Sé na República Democrática do Congo, monsenhor José Bettencourt passou à secção para as relações com os Estados, do Vaticano.

LFS/OC | in agência ecclesia

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